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terça-feira, 11 de junho de 2013
Pesquisador discute aproveitamento de águas salobras em cultivos hidropônicos
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segunda-feira, 10 de junho de 2013
I Reunião Nordestina de Ciência do Solo em Areia - PB
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Descaso com a Caatinga e com o sertanejo: cisternas de polietileno.
Atitudes de interesse político e nada mais. Nunca se
viu um governo tão apressado em atingir um recorde na distribuição de cisternas
pelo semiárido brasileiro. Aliás, se é que pode-se chamar isso de cisterna,uma
tecnologia onde os beneficiados são apenas os fabricantes. Existem tecnologias
aplicáveis à confecção de cisternas, como a cisterna de tela de arame galvanizado
lançada pelo IRPAA (Instituto Regional da Pequena Agricultura Apropriada) há
décadas atrás, de custo muito baixo, comparando com o benefício proporcionado
pela tecnologia. Como se trata de armazenamento de água para consumo humano, a
Fundação Banco do Brasil, possui também uma tecnologia interessante de
armazenamento de água, que são os lagos de múltiplo uso. O preço de aquisição,
o que o governo paga por uma cisterna dessas, seria suficiente para construir
várias cisternas de tela de arame. Sem contar com a parte social, uma vez que o
homem do campo quando participa da confecção daquilo que irá lhes beneficiar, a
valorização que ele dará ao bem construído é muito maior que o valor que ele
dá, se é que ele dá algum valor, a uma engabelação dessas, denominada cisterna
de polietileno.
Estamos na semana do meio ambiente. Sendo a agressão
ao meio ambiente à questão talvez mais importante a ser avaliada na
distribuição dessas cisternas. Talvez mesmo... Seria o quesito mais importante,
porém não parece, pois o resíduo que essas cisternas deixam ao final da vida
útil de utilização é prejudicial à natureza, a manutenção dos solos, a
vegetação, a qualidade da água armazenada em aquíferos subterrâneos. Precisamos
de atitudes que minimizem o rastro do ser humano, o nosso rastro no ambiente,
pelo contrário, estamos e distribuindo toneladas de plástico pela caatinga. Caxios,
barreiros, cisternas calçadão, tantas outras tecnologias públicas mais,
eficazes e eficientes, e vamos continuar distribuindo material degradante pelo
meio afora?
Att.: Erli Pinto dos Santos
Téc. Agropecuário
Téc. Agropecuário
Graduando em Agronomia
Governo anuncia investimentos de mais de R$ 39 bilhões para a agricultura familiar
A partir
da próxima safra, a agricultura familiar vai contar com recursos de R$ 39
bilhões destinados ao conjunto de medidas do governo federal para o setor. O
Plano Safra 2013/2014, lançado nesta quinta-feira (6) pela presidenta Dilma
Rousseff, e pelo ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Pepe Vargas, em
Brasília (DF), aprimora a política para o campo e promove o desenvolvimento.
“Queremos ampliar a capacidade de investimento na agricultura familiar, para
aumentar a produtividade, a tecnologia, a renda e a produção de alimentos”,
afirma Pepe.
O Programa de Fortalecimento da Agricultura
Familiar (Pronaf), principal fonte de crédito de custeio e investimento dos
produtores, terá recursos de R$ 21 bilhões – uma expansão de mais de 400% desde
2003.
O lançamento para a safra 2013/2014 marca os
dez anos do Plano para a agricultura familiar. Nesse período, a renda da
agricultura familiar cresceu 52%, o que permitiu que mais de 3,7 milhões de
pessoas ascendessem para a classe média. O segmento é responsável por 84% dos
estabelecimentos rurais do País; 33% do Produto Interno Bruto (PIB)
Agropecuário e por empregar 74% da mão de obra no campo.
Durante o lançamento do Plano Safra para a
agricultura familiar, o governo federal anunciou a criação da Agência Nacional
de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater). A parceria da agência com a
Embrapa vai ampliar o número de famílias produtoras atendidas e qualificar a
assistência técnica. “A ideia é fazer algo que nunca aconteceu no Brasil:
aproximar a pesquisa agropecuária à extensão rural”, ressaltou Vargas.
Novidades do PRONAF
No Plano Safra 2013/2014, o Pronaf inova mais uma vez e chega aos agricultores com condições ainda melhores. A primeira mudança é na ampliação do limite para o enquadramento no programa. As famílias com renda de até R$ 360 mil no último ano poderão contratar o crédito e, assim, investir na produção.
No Plano Safra 2013/2014, o Pronaf inova mais uma vez e chega aos agricultores com condições ainda melhores. A primeira mudança é na ampliação do limite para o enquadramento no programa. As famílias com renda de até R$ 360 mil no último ano poderão contratar o crédito e, assim, investir na produção.
Para o custeio, os limites de financiamento
passaram de R$ 80 mil para R$ 100 mil, com taxa de juro menor que a praticada
na safra passada: 3,5%. Vale lembrar que o Plano Safra 2012/2013 negativou os
juros, ou seja, todas as taxas estavam abaixo da inflação (4%).
Para a linha de investimento, o limite também
mudou. A partir de julho deste ano, os agricultores poderão contratar até R$
150 mil por operação. Para as atividades que necessitam de maior mobilização de
recursos, como a suinocultura, a avicultura e a fruticultura, o valor para o
investimento mais que duplica: passa a ser de R$ 300 mil. Para os investimentos
feitos em grupo, o valor chega a R$ 750 mil.
Seguros
Além de facilitar o acesso ao crédito, o governo federal também aperfeiçoou as ferramentas que dão segurança aos produtores rurais. Para a próxima safra o Seguro da Agricultura Familiar (Seaf) vai receber R$ 400 milhões. O mecanismo de prevenção é disponibilizado aos agricultores que contratam financiamentos de custeio e investimento agrícola do Pronaf. A adesão é automática e permite a cobertura da parcela do financiamento.
Além de facilitar o acesso ao crédito, o governo federal também aperfeiçoou as ferramentas que dão segurança aos produtores rurais. Para a próxima safra o Seguro da Agricultura Familiar (Seaf) vai receber R$ 400 milhões. O mecanismo de prevenção é disponibilizado aos agricultores que contratam financiamentos de custeio e investimento agrícola do Pronaf. A adesão é automática e permite a cobertura da parcela do financiamento.
Outra ferramenta para a garantia de renda dos
agricultores familiares é o Garantia-Safra - ação voltada para a área de atuação
da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), majoritariamente
semiárida.
Para a safra 2013/ 2014 o número de cotas
para o programa será ampliado para 1,2 milhão de famílias. Em caso de perdas de
pelo menos 50% da produção, essas famílias poderão receber o benefício, que
nesta safra recebeu o montante de mais de R$ 980 milhões.
PAA
O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) também tem inovações. Para a próxima safra, o governo ampliou o limite de aquisição anual por família, que saltou de R$ 4,5 mil para R$ 5,5 mil. Para aquelas ligadas às cooperativas, passou de R$ 4,8 mil, na última safra, para 6,5 mil, anualmente. Quando os projetos de venda forem formados por ao menos 50% dos cooperados com perfil de pobreza e quando os produtos forem exclusivamente orgânico, agroecológicos ou da sóciobiodiversidade, o limite de venda por família passa a ser de R$ 8 mil.
O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) também tem inovações. Para a próxima safra, o governo ampliou o limite de aquisição anual por família, que saltou de R$ 4,5 mil para R$ 5,5 mil. Para aquelas ligadas às cooperativas, passou de R$ 4,8 mil, na última safra, para 6,5 mil, anualmente. Quando os projetos de venda forem formados por ao menos 50% dos cooperados com perfil de pobreza e quando os produtos forem exclusivamente orgânico, agroecológicos ou da sóciobiodiversidade, o limite de venda por família passa a ser de R$ 8 mil.
Na última safra, o governo federal criou a
modalidade Compra Institucional, que se juntou às outras modalidades já
praticadas, que são: Formação de Estoque, Compra Direta, Compra Direta com
Doação Simultânea e Incentivo à Produção e ao Consumo de Leite.
Pnae
Para que a escola tenha uma merenda mais saudável, o governo federal reservou R$ 1 bilhão para a compra de produtos da agricultura familiar. Por meio da aquisição de, no mínimo, 30% dos recursos destinados à alimentação, repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), os municípios brasileiros estimulam a agricultura familiar a produzir cada vez mais.
Para que a escola tenha uma merenda mais saudável, o governo federal reservou R$ 1 bilhão para a compra de produtos da agricultura familiar. Por meio da aquisição de, no mínimo, 30% dos recursos destinados à alimentação, repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), os municípios brasileiros estimulam a agricultura familiar a produzir cada vez mais.
Garantia de preços
Outra medida importante do governo federal para a agricultura familiar é a garantia de preços. O Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) assegura desconto no pagamento do financiamento às famílias agricultoras que acessam o Pronaf Custeio ou o Pronaf Investimento, em caso de baixa de preços no mercado. Para esta ferramenta estão disponíveis R$ 33 milhões.
Outra medida importante do governo federal para a agricultura familiar é a garantia de preços. O Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) assegura desconto no pagamento do financiamento às famílias agricultoras que acessam o Pronaf Custeio ou o Pronaf Investimento, em caso de baixa de preços no mercado. Para esta ferramenta estão disponíveis R$ 33 milhões.
Na safra 2013/2014, o Programa poderá
garantir um valor maior para determinados produtos definidos pelo governo
federal para assegurar maior renda e estímulo à ampliação da produção de
produtos estratégicos para o abastecimento do mercado interno.
A medida estimula a produção da agricultura
familiar, ampliando a oferta de alimentos com estabilidade de preços para o
consumidor.
O governo federal vai ampliar ainda a proteção de preço de mais de 50
culturas entre elas o arroz longo fino em casca, o cará e o feijão.Exposição ilustra 10 anos do Plano Safra da Agricultura Familiar
Lutas e vitórias retratadas em fotografias. Durante o
lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2013/2014, na manhã desta
quinta-feira (6), visitantes puderam conferir como os programas do Ministério
do Desenvolvimento Agrário (MDA) mudaram a vida de famílias da agricultura
familiar de todo o Brasil. A exposição “Dez Anos do Plano Safra” mostra a
história de dez agricultores que puderam melhorar suas produções na última
década.
Nesse período a
renda da agricultura familiar cresceu 52%, o que permitiu que mais de 3,7
milhões de pessoas ascendessem para a classe média. Juanice Boszcz, 25 anos,
veio de Contenda (PR), para ver de perto sua história exposta no Palácio do
Planalto. Ela conta que a experiência é emocionante. “A gente trabalha,
trabalha e momentos como esses nos mostram que o resultado do nosso suor é
gratificante. A exposição está real e belíssima”, classifica.
Na linha do tempo,
a história do plano ganha vida com a ilustração de pessoas e produtos que
constroem a agricultura familiar. A peça conta a evolução do plano detalhando o
número de investimentos ano a ano. Ainda é possível conferir a criação dos
programas que hoje fazem parte do conjunto de ações do ministério.
Romulo Correia
Sacramento, 52, também veio de seu município, Cametá (PA), com sua esposa
Lidiane Pacheco, 23, para ver a mostra. O agricultor conta que é gratificante
ver que o ministério continua lutando pelos agricultores. “Há dez anos eu
produzo açaí e há dez anos o MDA, por meio do Pronaf, me ajuda a melhorar minha
renda, cada vez mais”, enfatiza.
A exposição ainda
ofereceu um coquetel com produtos da agricultura familiar de produtores da
região do Distrito Federal. Sucos de frutas, água de coco, pão de queijo,
folheados e outros salgados, todos feitos com as mãos daqueles que produzem a
maior parte dos alimentos consumidos no país.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Biocontrole para Lagartas - Desenvolvido pela EMBRAPA
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O baculovirus anticarsia, inseticida natural, foi desenvolvido pela Embrapa na década de 80. Além de não trazer problemas para o meio ambiente, o controle biológico através do uso da própria lagarta oferecia também um baixo custo para os produtores. Só que ao longo do tempo a técnica foi caindo no desuso.
O momento ideal para produzir o baculovirus é logo após o ataque da planta, quando as lagartas estão com a maior carga viral. Para produzir 20 gramas do inseticida natural são necessárias entre 50 e 70 lagartas de tamanho grande. Depois de amassadas e coado o líquido, o produto é diluído em 200 litros de água. Quantidade suficiente para pulverizar um hectare. Se a quantidade de lagartas for maior você poderá usar um liquidificador para triturar os insetos, e se houver necessidade o líquido poderá ser congelado. Depois de aplicado na lavoura, o inseticida mata a lagarta entre 7 e 9 dias.
Flávio Moscardi, pesquisador aposentado da Embrapa, foi o criador da técnica.
– Ele é inofensivo para vertebrados – inclusive o homem, e plantas. Ele só mata o inseto que ele infecta, que é a lagarta da soja. Também não polui o solo ou as águas. Ele é inócuo e também não tem impacto sobre outras espécies, inclusive de insetos como outras lagartas e também parasitóides predadores que são os inimigos naturais. As vantagens são muito grandes, além do custo ser barato – explica o pesquisador.
Flávio Moscardi, pesquisador aposentado da Embrapa, foi o criador da técnica.
– Ele é inofensivo para vertebrados – inclusive o homem, e plantas. Ele só mata o inseto que ele infecta, que é a lagarta da soja. Também não polui o solo ou as águas. Ele é inócuo e também não tem impacto sobre outras espécies, inclusive de insetos como outras lagartas e também parasitóides predadores que são os inimigos naturais. As vantagens são muito grandes, além do custo ser barato – explica o pesquisador.
– A grande vantagem é que ele pode ser aplicado apenas uma vez contra as lagartas pequenas. E essas lagartas vão morrendo, e quando morrem contém uma quantidade muito grande de partículas virais que se multiplicam em todos os tecidos da lagarta e com isso sempre há a liberação de mais vírus sobre as plantas da soja, gerando a morte de lagartas que eclodem de posturas feitas depois da aplicação.
Há 10 anos, o baculovírus chegou a ser utilizado em dois milhões de hectares de soja em todo o brasil. o inseticida foi um dos maiores exemplos de controle biológico.
Há 10 anos, o baculovírus chegou a ser utilizado em dois milhões de hectares de soja em todo o brasil. o inseticida foi um dos maiores exemplos de controle biológico.
Atualmente, a área tratada com o baculovírus é bem menor: são apenas 200 mil hectares de soja em todo o país. o uso diminuiu devido a novas práticas de controle de pragas.
– Infelizmente, começou-se a aplicar cada vez mais cedo, com as plantas ainda pequenas, ou antes da soja nascer na dessecação. Se incutiu que deveria se aproveitar as aplicações. Ao se fazer a aplicação de herbicidas, por exemplo, que se misturasse inseticidas químicos de amplo espectro que na verdade levaram a um desequilíbrio. E com isso se eliminava muito cedo os inimigos naturais de pragas – comenta o pesquisador da Embrapa.
– Infelizmente, começou-se a aplicar cada vez mais cedo, com as plantas ainda pequenas, ou antes da soja nascer na dessecação. Se incutiu que deveria se aproveitar as aplicações. Ao se fazer a aplicação de herbicidas, por exemplo, que se misturasse inseticidas químicos de amplo espectro que na verdade levaram a um desequilíbrio. E com isso se eliminava muito cedo os inimigos naturais de pragas – comenta o pesquisador da Embrapa.
– Com isso, o produtor acabou aumentando o número de aplicações. Obviamente, que tendo problemas com essas outras pragas, não dava para ele usar o baculovírus, que é específico para a lagarta da soja anticarsia gemmatalis. Então se gerou uma inversão de valores dando status de praga para insetos que antes não eram pragas – finaliza.
Depois de criar a técnica do baculovírus na década de 80, o pesquisador Flávio Moscardi vai conduzir um novo estudo. Para o colega Adeney Bueno, também pesquisador da Embrapa, o resultado pode corrigir um grande erro.
– Existe um projeto recém-aprovado na Embrapa que vai estudar a compatibilidade de se misturar o baculovírus com herbicidas, por exemplo. Porque o produtor, quando vai aplicar o herbicida na pós-emergência, sente a necessidade de aproveitar a operação agrícola. Muitas vezes, ele mistura inseticidas de longo espectro, que acabam tendo efeito danoso à lavoura porque eliminam os inimigos naturais, causando um desequilíbrio que faz com que outras pragas que não cresceriam a ponto de serem pragas ocorram. Então, se o doutor Flávio provar que dá para usar o baculovírus junto com o herbicida, essa aplicação seria muito menos danosa. Além de controlar a lagarta da soja, ia permitir a preservação de inimigos naturais e que outros problemas sejam minimizados – afirma.
Depois de criar a técnica do baculovírus na década de 80, o pesquisador Flávio Moscardi vai conduzir um novo estudo. Para o colega Adeney Bueno, também pesquisador da Embrapa, o resultado pode corrigir um grande erro.
– Existe um projeto recém-aprovado na Embrapa que vai estudar a compatibilidade de se misturar o baculovírus com herbicidas, por exemplo. Porque o produtor, quando vai aplicar o herbicida na pós-emergência, sente a necessidade de aproveitar a operação agrícola. Muitas vezes, ele mistura inseticidas de longo espectro, que acabam tendo efeito danoso à lavoura porque eliminam os inimigos naturais, causando um desequilíbrio que faz com que outras pragas que não cresceriam a ponto de serem pragas ocorram. Então, se o doutor Flávio provar que dá para usar o baculovírus junto com o herbicida, essa aplicação seria muito menos danosa. Além de controlar a lagarta da soja, ia permitir a preservação de inimigos naturais e que outros problemas sejam minimizados – afirma.
– Essa é uma grande esperança nossa. O desuso do baculovírus foi um grande erro que tem não só aumentado o número de aplicações de inseticidas, como também acarretado muitos problemas.
ENTREGA DE TÍTULOS DE TERRA NO MUNICÍPIO DE ITIÚBA - BA
COMUNICADO
A Secretaria Municipal de Itiúba Comunica a todos os
agricultores e agricultoras que estão à espera do TITULO DE TERRA DO CDA
(Coordenação de Desenvolvimento Agrário), nos próximos dias 14 e 15 de junho de
2013, uma equipe da CDA, estará fazendo a entrega de 73 títulos de terra. Na
Câmara Municipal de Vereadores de Itiúba.
DOCUMENTAÇÃO NECESSARIA PARA RECEBER O TITULO
·
Se CASADO no CIVIL PRESENÇA do cônjuge com copia do RG, CPF e Certidão de Casamento (
Obs.: O Titulo só será entregue com a presença dos cônjuge).
·
Presença do proprietário com original do RG e
CPF.
·
Em caso de óbito do titular, o cônjuge assina
o Titulo mediante apresentação do atestado de óbito e certidão de casamento,
com suas respectivas cópias; se os dois forem falecidos, um dos filhos de
preferência o mais velho, deverá apresentar seus documentos pessoais para
comprovação da paternidade e os atestados de óbitos dos pais.
·
Procurador: Copia da procuração especifica
com firma reconhecida, RG e CPF do proprietário e do procurador.
Solicitamos divulgar as
informações.
- Período de entrega dos títulos de 14 e 15 de Junho, das 8:30 ás 16
Horas,
- A lista de beneficiários em anexo estará disponível na Prefeitura
de Itiúba, Secretaria de Agricultura, EBDA, STR-Itiúba.
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